Spiga

Heterandria formosa - Vivíparo Anão, Peixe-Mosquito Americano


Nome: Heterandria formosa
Origem: Sudeste dos EUA

Tive dois exemplares dessa espécie quando morava nos EUA. Com duas semanas tinham mais de 150 desses exemplares tomando conta do aquário...reproduzem-se muito rápido. Muito bom para aquários plantados.

Poecilia latipinna - Molinésia Latipina


Nome: Poecilia latipinna
Origem: México, Estados Unidos
Curiosidades:

Há alguns meses atrás eu coloquei em meu aquário comunitário 8 molinésias latipina, já adultas e muito espertas. Adaptaram-se muito bem com os demais peixes, se mostrando bastante ativas desde o inicio. Gostam muito de explorar o aquário e se mostraram bastante resistentes à mudança de habitat. Preferem um pH bem mais alcalino e com a água com uma temperatura em torno de 24°C. Até o momento não tive qualquer problema com doenças ou mesmo morte dos peixes, mas ressalto que o acompanhento periódico do estado da água e de todo o aquário como um todo são fundamentais para o perfeito equilíbrio da vida aquática.

Comprei um casal de molinésias latipina e os coloquei junto aos guppys, quando notei que o meu guppy macho (o Alison) estava acasalando com a molinésia fêmea. E não é que deu cria! Hoje tenho 14 moliuppys.
Eu acho que estes peixes são um tanto agressivos, e não devem ser juntados com peixes de menor tamanho (Neons; Guppys; Platys). Quando se reproduzem, a fêmea (por incrível que pareça), afasta todos os outros peixes do aquário, às vezes agressivamente, e "chateia" o macho para acasalar. Eu tenho duas fêmeas e um macho, e são muito bonitas.
Eu Ja tive um molinésia latipina que tinha perto de 7 cm de comprimento, tinha tambem outra molinésia marmore em que ele andava sempre atrás. Um dia, o meu macho molinésia lt. conseguiu conquista-la de forma tao eficaz que eles acabaram por acasalar. Semanas depois tinha eu uma femea gravida que teve 110 molinésinhos de cores espetaculares. Infelizmente, 15 morreram no processo e felizmente o resto esta de optima condicao! Tenho cerca de 150 peixes divididos em 4 aquários onde tambem tenho varios peixes, como: Guppys, tipos difrentes de molinésias (ambas pretas e de outras cores), Gouramis, peixe anjo, platies (misturados), Loach palhaco e um casal de tetras + um aquário de Golfish (peixe dourado). Eles ate ja fazem parte de familia e tudo... Assim se compoe a minha nova familia!

Poecilia sphenops - Molinésia Preta

Nome: Poecilia sphenops
Origem: México a Colômbia

As Mollys são peixes vistosos, principalmente os machos com cauda de lyra (ou véu). Bastante comilões e ligeiramente maiores que os Espadas e Platys, são extremamente activos, por vezes agressivos entre si e para com os peixes mais pequenos, fundamentalmente quado existem muitos machos no aquário. Existe uma vário leque de padrões de Mollies, mas a grande maioria são alaranjadas, no entanto, existem brancas, pretas, mármores, verdes e outras cores. Preferem principalmente alimentos vegetais e nadam na parte superior do aquário. No que diz respeito à sua reprodução, é bastante fácil, visto ser vivíparo. Prefere águas com pH por volta dos 7.0 e pode atingir 12 cm ou mais.
Observações:
Ja criei mais de 50 Molinésias. São peixes muito dóceis, de facílima manutenção e muito pouco exigentes. Sua reprodução e muito fácil de ser conseguida por serem vivíparos e se reproduzerem facilmente em aquários comunitário. Os filhotes devem ser separados dos pais porque eles comem os filhotes após nascerem.

Tenho 5 molinésias, elas adoram nadar e procurar comida no fundo do aquário. As minhas também não são nem um pouco tímidas pois comem na minha mão e deixam com que eu faça carinho nelas.
Tenho um casal de Mollies negros (lyra ou véu) e uma fêmea do tipo mexicano (amarelada, quase transparente, com manchas pretas e vermelhas pelo corpo). A "mexicana" chegou primeiro do aquário. Dias depois coloquei o casal lira, mas fiquei indignado ao perceber que eles ficam escondidos o tempo todo atrás das plantas e só saem para comer (danadinhos...). Já a "mexicana" é muito ativa e fica molestando a fêmea lira. Assim que eu chego perto do aquário, ou somente entro na sala, eles vão como um raio para detrás de uma elódea. Tenho um aquário médio, com temperatura de 25°C constante, pH neutro, bem plantado com cabombas, elódeas e outras (que eu não sei o nome). Vivem também nele outros poecilídeos: platys e espadas; e um acará bandeira.
Sou um fascinado pelas Molinésias Cauda de Lyra Pretas. São peixes dóceis, espertos, ágeis e vivos, estão sempre a comer ou a tentar comer algo! Sempre prontas para comer na superficie com a sua grande boca orientada para cima, ou comendo algas nas plantas e comida do fundo. Não interessa onde é, desde que seja comida :) Não fazem mal a nenhuma outra espécie, seja calma ou mais agitada, e dão-se bem com todos no comunitário. Aspecto interessante que raramente comem as suas crias e que as crias quando nascem já estão aptas a nadar bem rápido.

Xiphophorus montezumae - Espada Montezuma


Nome: Xiphophorus montezumae
Origem: México

Esta espécie apresenta grandes variações de acordo com o lugar de procedência. A fotografia parece ser da populacao 'ivory mottled' ou 'ebano moteado' do Rio Gallinas no México. Hoje nos Estados Unidos existem também outras populações sendo criadas em aquários, como Montezuma verde, azul e Rascom.
Esta espécie de origem Mexicana, possui a espada Rascon sendo bastante fácil sua reprodução. Comecei com um terno e depois de seis meses já tenho 13 espadas com um certo tamanho considerado adulto e 68 considerado filhote. Ë uma espada cara e difícil de se encontrar. Se alimenta de tudo um pouco e com facilidade, e vive com tranquilidade entre 21 e 27°C.

Xiphophorus hellerii - Espada

Os Espadas são primos do Platy, preferencialmente de alimentação vegetal, também de cores alaranjadas, embora esta espécie seja originalmente esverdeada. Natural do México, esta espécie distingue-se pela bonita espada na cauda e tem tendência para água salobra, pelo que é aconselhável acrescentar umas pedras de sal ao aquário. Este procedimento afecta outras espécies, por isso só deve ser levado em conta, se colocado num aquário de biotipo. O macho atinge 10 cm e a fêmea 11. A sua reprodução é fácil, embora vivíparo, nem sempre se mostram disponiveis para nos mostrar os seus rituais de acasalamento. Os Espadas vivem, como é próprio da família, na parte superior do aquário. No comércio existem várias sub-espécies obtidas por selecção, existindo em grande maioria as de cores laranjas, no entanto, pode-se encontrar vermelhas, amarelas e mesmo negras. Extramamente sociável, prefere convivência com Guppys, Mollys e Platys.
Curiosidades:

Os espadas são ótimos saltadores! Várias vezes (infelizmente) encontrei um de manhã seco no chão da sala, mesmo tendo tampa no aquário! Saltam como tudo! Durante vários dias tive que ter o cuidado de tapar totalmente o aquário!
Tive uma experiencia curiosa com guppies, parecida com a da Patrícia: povoei inicialmente meu aquário com 4 espadas (sendo 3 fêmeas) e um casal de guppies. Infelizmente a fêmea guppy morreu poucos dias depois, mas, para minha surpresa, o guppy macho começou a cortejar as fêmeas espada mostrando a sua cauda, tremendo todo e depois tentando copular. O mais curioso é que agora o aquário tem 6 guppies adultos (3 machos e 3 fêmeas), e ele continua mostrando interesse apenas pelas fêmeas espada! O espada macho não se importa muito, ele só briga mesmo com um platy macho (sendo este reconhecido de fato como um rival!). Outra coisa interessante que tenho percebido com os Espadas é um nítido comportamento territorialista das fêmeas. Uma delas não permite que as outras permaneçam por muito tempo em uma região do aquário preferida por ela: fica indignada quando aparece outra fuçando o fundo do aquário procurando por comida e costuma persegui-la por algum tempo (talvez isto explique os reiterados casos de Espadas que parecem "gostar" de pular fora do aquario?).

Xiphophorus maculatus


Nome: Xiphophorus maculatus
Origem: América Central

O Plati é um peixe pequeno, resistente, pacífico, muito colorido e ideal para alegrar aquários comunitários de iniciantes. Mas ele também é explorado para algumas funções bem menos nobres. Ele é um ótimo comedor de algas, inclusive algas filamentosas, e é uma boa opção para fazer o controle delas no aquário. Além disso, pelo fato de ser barato e reproduzir com muita facilidade, ele é bastante usado como alimento vivo para peixes predadores de água doce e marinhos.

Um peixe bonito, bastante comum para qualquer aquofilo, activo e extremamente barato. O Plati gosta de viver com outros indivíduos da sua espécie, mesmo com as variantes (vermelho, amarelo, por-do-sol, etc), e torna-se muito "mexido", principalmente os machos que abrem, esticam e nadam de frente de uma fêmea quando na presença dela. Não atingem comprimentos exagerados, pacíficos, vivem em grupos constituídos por casais e preferem alimentação do tipo vegetal, do mesmo modo que é aconselhável fornecer TetraRubin (r), que é um complemento que favorece a cor avermelhada, para assim os tornar com cores mais vivas. A reprodução não é nada difícil pelo facto que são vivíparos. Num aquário de conjunto podem ser colocados com Guppys, Mollys e Espadas.
Gostaria de ratificar a facilidade como os Platis se reproduzem. Tenho 6 unidades no meu aquário, os quais em quatro meses já produziram 60 filhotes. Tive até que doar os alevinos, pois meu aquário já anda meio superpopulado. Tenho 38 peixes num aquário de 60x30x30.
Meu Platy é muito alegre e resistente (incrivelmente resistente). Foi meu primeiro peixe e graças à ele, hoje tenho experiência própria para manter mais vários outros peixes de 7 diferentes espécies em um aquário de 60 litros. Eu gosto dele pela sua resistência. Por ele ter sido meu primeiro peixe, tive que aprender tudo na prática, e foi ele quem sofreu as consequencias. Mas até hoje ele está vivo e muito bem de saúde.
Eu acho ele muito, mais muito facil de reproduzir! Se você pedir um casal de plati, depois de algumas semanas você verá alguns filhotes nas pedras.

Poecilia wingei

Nome: Poecilia wingei
Origem: Laguna de Los Patos, Venezuela

**Nota: Este peixe NÃO é o guaruzinho ou qualquer outro peixinho que você encontrou naquele laguinho perto da sua casa. Embora parecidos, esta aqui é uma espécie existente somente na Venezuela.
Esse Poecilídeo, oriundo da Venezuela, foi descoberto pelo canadense John A. Endler, de cujas mãos alguns exemplares chegaram indiretamente ao alemão Klaus Kallman do Aquário de Nova Iorque. Kallman os levou à Alemanha, de onde se difundiram pela Europa. Por mais incrível que pareça, o Poecilia Endler ou Guppy de Endler, como também é chamado, é mais conhecido na Europa que no Brasil. O Endler lembra um pouco o nosso Poecilia vivipara pelas manchas coloridas que possui na cauda e no corpo. Diferentemente do Poecilia vivipara, porém, que possui pintas coloridas apenas na cauda e em parte do corpo, o Poecilia Endlers tem colorido mais forte e distribuído por todo o corpo. No seu Habitat, a Laguna de Los Patos, na Venezuela, esse peixe vive em água alcalina a 27°C, mas segundo se diz, adapta-se facilmente a outros tipos de água e temperaturas. Quanto ao tamanho, ele é um pouco menor que o guppy, tanto fêmeas quanto machos.
A criação desta espécie é bastante aconselhável para iniciantes. Trata-se de uma espécie nativa da Venezuela, num local conhecido como Lagunas de los Patos, onde se adapta bem às diversas temperaturas. Adoram alimentos vivos, como: microvermes, náuplios de artêmia, enquitréias, alimentos floculados, etc. Não são muito exigentes e vivem pacificamente quase em cardumes. Não precisa separar os alevinos recém nascidos, esses crescem no mesmo ambiente sem nenhum problema. Existem várias colorações para essa espécie.
Observações:
Eles são extremamente dóceis. Crio eles num aquario médio. Eu tirei uma cria de 15 alevinos, eles são pequenininhos e convivem bem com guppys e platys.
Adquiri online 2 lotes de seis indivíduos cada (2 machos e 4 fêmeas) sendo que um lote foi para outro amigo também criador aqui de Fortaleza. Ao chegar, coloquei os mesmos em um aquário grande, em torno de 1 metro e meio, bem plantado e com oxigenação suficiente para uma saúdavel adaptação. No segundo dia após o recebimento, tive a primeira surpresa, nasceram alguns alevinos que até hoje continuam junto aos adultos sem nenhum problema. Trata-se de uma espécie bastante ágil e fértil, onde os machos cortejam as fêmeas o dia inteiro, e à noite também quando deixo a luz do aquário acessa. Suas cores realçam com o brilho da luz, tornando-a mais fortes e brilhantes.

Peixes ornamentais ganham mercado

No Vale do Paraíba (SP), produtores de carpas, kinguios, oscars e outras espécies comemoram a demanda maior


João Carlos de Faria - O Estado de S.Paulo


No Vale do Paraíba, água e clima ideais para a criação desta espécieSÃO PAULO - A grande demanda interna e o potencial de exportação de peixes ornamentais têm estimulado o surgimento de pólos produtores no Brasil, o maior deles na região de Muriaé (MG), onde são gerados mais de 15 mil empregos diretos nessa atividade. Embora em escala menor, o Vale do Paraíba paulista, sobretudo os municípios de Jacareí, Guararema e Igaratá, já pode ser considerado um novo pólo, concentrando cerca de 30 criadores, que ocupam uma boa fatia do mercado.
"Temos água e clima ideais para a criação, principalmente de kinguio e carpa", diz o produtor Wilson Morio Suzuky, de Jacareí. Ele tem 30 tanques de criação, em 7 mil metros quadrados, somando cerca de 300 mil peixes.A criadora Maria Luiza Girodetti, de Guararema, conta que a sua criação começou quando ganhou de presente um casal de peixes. "Comecei brincando", diz ela. A "brincadeira" transformou-se num negócio rentável, com a venda média de 10 mil unidades por semana, que abastecem atacadistas de São Paulo e de outros Estados, sobretudo do Sul.DOIS SÍTIOSA atividade é desenvolvida em dois sítios: em Guararema, com 50 tanques, onde são criados 150 mil kinguios e em Santa Isabel, também com 50 tanques, com produção anual de 250 mil carpas nishikigoi, em parceria com outro criador.
Maria Luiza está iniciando a produção do oscar, uma espécie amazônica melhorada geneticamente nos Estados Unidos. Com cerca de 30 centímetros, o peixe é carnívoro e, segundo ela, comporta-se como um cachorro, sendo capaz de reconhecer o dono.Os irmãos Isaac e Daniel Dias, do município vizinho de Igaratá, são especializados na criação de carpas e não têm do que reclamar, pois a demanda por esses peixes está bastante favorável.
Há 20 anos eles instalaram o criatório em 8 hectares, somando 40 tanques e produção anual de 300 mil peixes."O mercado continua bom, apesar de ter aumentado o número de criadores", diz Daniel Dias. Ele explica que há no Brasil dois principais tipos de carpa: a nishikigoi, as primeiras a chegar ao País e as mais exibidas em exposições, e a véu, diferenciada pelas nadadeiras maiores e o rabo mais comprido, ambas com padrão de cores do vermelho ao dourado.
Os irmãos utilizam a superpopulação dos tanques como estratégia para atender a certos clientes que exigem fornecimento o ano inteiro. "A superpopulação e a falta de espaço não deixam que o peixe cresça mais que o tamanho aceito pelo mercado", afirma Dias.O MAIOR PÓLOEm Muriaé (MG), "peixe é uma beleza que dá lucro", conforme afirma o produtor Francisco Eustáquio Andrade Cavalhier, que faz parte de um grupo informal de produtores, que atua na venda de peixes, inclusive para venda ao mercado externo.A região, localizada na Zona da Mata mineira, produz cerca de 10 milhões de peixes por ano, de 70 a 80 espécies, destacando-se o beta, o guppy e o kinguio. Só em Muriaé são mais de 500 produtores.
A atividade envolve pequenos criatórios, com média de 2 a 3 hectares. O maior volume é vendido para São Paulo, que também comercializa com outros Estados e exporta grande quantidade de peixes ornamentais para a América do Sul, América do Norte e União Européia.Outra região importante produtora de peixes ornamentais fica entre Mangaratiba e Rio Bonito (RJ), reunindo cerca de 30 criadores. Destaca-se o município de Magé, no qual 18 produtores, a maior parte de guppy e beta, criam cerca de 900 mil peixes, vendidos principalmente em São Paulo.

Brasil pode ser líder na criação de peixes ornamentais nativos

Com estimativas de 1,5 a 6 mil espécies de peixes nativos na Amazônia e mais de 260 espécies no Pantanal, o Brasil pode torna-se um país líder na criação de espécies ornamentais nativas, é o que afirmou o pesquisador e professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Jener Alexandre Sampaio Zuanon, durante o 1º Congresso Brasileiro de Produção de Peixes Nativos de Água Doce e 1º Encontro de Piscicultores de Mato Grosso do Sul, que acontece em Dourados-MS, na Embrapa Agropecuária Oeste.O professor ressalta que o sucesso do cultivo de espécies nativas ornamentais “depende da espécie e variedade cultivada, da quantidade e qualidade de água e do manejo alimentar.
Além disso, o produtor precisa adotar um sistema adequado de cultivo. Hoje, as opções são semi-intensivo, intensivo e super-intensivo. O cultivo em sistema extensivo não é utilizado na produção ornamental”, explica.Jener Zuanon detalha que o sistema semi-intensivo é formado de pequenos viveiros em todas as fases da criação, com baixa renovação de água e alimentação viva, isso pode acarretar em uma redução na disponibilidade de alimentos, predispondo os animais a fatores estressantes.
“Para funcionar, esse sistema precisa ter um manejo que mantenha a qualidade da água e suplemente a alimentação com dietas completas.”No sistema intensivo, a produção é feita em estufas ou galpões com renovação continuada, parcial ou recirculação da água e o acasalamento ocorre em aquários. “Um detalhe interessante é que neste modelo de cultivo machos e fêmeas ficam separados até o momento do acasalamento. Há ainda o sistema super-intensivo que segue parâmetros semelhantes ao intensivo, com algumas diferenciações, como a utilização de rações”, continua o professor.Após definido o sistema de cultivo, o piscicultor precisa escolher quais espécies produzir.
Os principais grupos de espécies nativas ornamentais são ciclídeos (acará-disco e acará-bandeira), caracídeos (tetra-limão e olho-de-fogo), pimelodídeos (mandizinho), caliquitídeos (Tamboatás e Dianemas), loricarídeos (cascudos nobres) e anastomídeos.Renda extra“O produtor pode obter uma renda extra em intervalos menores e uma melhor distribuição ao longo do ano se fizer a criação consorciada de peixes nativos ornamentais com peixes de corte ornamental, por meio de tanques-rede, com camarões ou com a produção de acará-bandeira e guppy”, frisa o professor da UFV.
Ele destaca que “a criação de peixes ornamentais nativos ainda é pouco explorada e a sua intensificação depende do estabelecimento de índices zootécnicos, de exigências nutricionais, de biologia reprodutiva e de programas de melhoramento genético para o desenvolvimento de novas linhagens e isso pode ter início aqui no Congresso com o intercâmbio entre professores, pesquisadores e piscicultores”, incentiva.
Congresso Com promoção da Sociedade Brasileira de Aqüicultura e Biologia Aquática (Aquabio), da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (Seap/PR) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e realização da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados-MS) e Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), o Congresso e o Encontro têm a parceria e o apoio de diversas instituições, entre universidades, associações, empresas privadas, cooperativas e governos municipal, estadual e federal.
Dalízia Aguiar - DRT/MS 28/03/14
Embrapa Agropecuária Oeste - Dourados/MS
Contatos:(67) 3425-5122 r.: 180 - dalizia@cpao.embrapa.br

MANUAL SOBRE A CRIAÇÃO DE CICLIDEOS AFRICANOS

CICLIDEOS AFRICANOS
TUDO SOBRE A CRIAÇÃO DE CICLIDEOS AFRICANOS



O MATERIAL SE ENCONTRA NO FORMATO WORD E POSSUI 3,88 Mb.
Mais material referente a algumas espécies de cilcideos africanos 1,8 Mb.
São mais de 150 páginas de muita informação para você!!!
APRENDA VARIOS MACETES

APOSTILA ILUSTRADA, REPLETA DE FOTOS E DICAS DE CRIADORES EXPERIENTES.


CONTEÚDO:
- Origem
- Caracteristicas Gerais
- Surgimento
- Padroes de coloração
- Alguns exemplos de Aquários de Criação
- Montagem e Manutenção do Aquário
- Temperaturas Ideais
- pH, KH, GH, Sais
- Qualidade da água
- Alcalinização e Endurecimento da Água
- Amônia/Nitratos/Nitritos
- O2 x CO2
- Pedras e Substratos
- Termostatos
- Aeradores
- Filtraçao e Modelos de Filtros Faça Vc Mesmo com baixo Custo
- Tratamento de Água
- Trocas Parciais de Água (TPA)
- Ciclideos Africanos e as Plamtas
- Alimentação
- Receita Pate de coração de Boi
- Manutenção, Iluminação, Introdução de novos peixes, populações, macho e fêmea, hibridismo,
- Reproduçao, Acasalamento, desova, incubação bocal e artificial,
- Dicas de alguns criadores experientes
- Principais Doenças
- Algumas Espécies

MANUAL DE PRODUÇÃO DE PEIXES ORNAMENTAIS

MANUAL DE PRODUÇÃO DE PEIXES ORNAMENTAIS


Com este Manual, criado por mim mesmo, você poderá conhecer melhor este maravilhoso mundo do aquário, além de aprender e se aprofundar em técnicas de criação e reprodução, desde os primeiros passos.

Sou criador de Bettas e outros peixes.

O Manual é apresentado em arquivo .DOC, com mais de 40 páginas, e enviado através de e-mail em arquivo zipado.

Alguns Tópicos Abordados:

- Qualidade de água para os peixes ornamentais;
- Nutrição dos peixes ornamentais;
- Criação de Poecilideos:
- Poecilia reticulata (lebiste, Guppy ou Guaru)
- Poecilia latipina (Molinésia) P. sphenops (Molinésia sphenops) P. velifera (Molinésia velifera) Xiphophorus helleri (Plati) Xiphophorus maculatus (Espada)

- Criação de ciprinideos:

- Cyprinus carpio (Carpa colorida ou Nishikigoi)
- Carassius auratus (peixe dourado ou kingüio)
- Puntios conchonius (Barbo conchonio), Puntios evereti (Barbo), Puntios shuberti (Barbo), Puntios tetrazona (Barbo tetrazona)
- Brachidanio rerio (Paulistinha), Danio malabaricus (Danio), Tanichthys albonubes (Tanictis)
- Labeo bicolor (Labeo bicolor), Labeo frenatus (Labeo frenatus)
- Criação de anabantideos:
- Betta splendens (Betta), Colisa labiosa (Colisa), Tricogaster leeri (Tricogaster leeri), Trichogaster trichopterus (Tricogaster azul ou ouro), Macropodus opercularis (Paraíso), Helostoma temminchii (Beijador)
- Criação de carassideos:
- Paracheirodon innesi (Cardinal), Paracheirodon axelrodi (Néon)
- (Tetra), (Mato grosso), (Olho de fogo)
- Criação de ciclideos:

- Symphysodon discus (Acará Disco)
- Pterophyllum scalare (Acará Bandeira)
- Hemichromis bimaculatus (Acará jóia), Papiliochromis ramirezi (Ramirezi), Apistogramma agassizi (Apistograma)
- Ciclideos africanos:


Planejamento Na Produção De Peixes Ornamentais

Prevenção De Doenças Na Piscicultura Ornamental (Principais doenças e sintomas, como reconhecer a doença, tratamentos, etc...)


COMO VOCÊ PODE VER É UM MANUAL COMPLETO, QUE ABORDA TUDO O QUE É PRECISO SABER SOBRE PEIXES ORNAMENTAIS

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Você pode até trabalhar com isso e ganhar dinheiro extra !

Criação de Peixes Ornamentais

Dicas para iniciantes montarem um aquário como decoração ou para eliminar o stress

Os amantes da arte de criar peixes ornamentais, os aquariófilos, atribuem ao seu hobby poderes de relaxamento e harmonia com a natureza. A criação de peixes ornamentais é muito mais simples do que se imagina e mais barata do que o custo e manutenção de um cão.
Existem ainda aquários e peixes para todos os tipos de gosto e bolso. Se você está pensando em se tornar um aquariófilo, não deixe de ler as dicas abaixo para neófitos (iniciantes) e boa sorte.
Qual o tamanho do aquário?
Os fatores que determinam o tamanho do aquário são o espaço disponível no ambiente, a quantidade e tamanho dos peixes e plantas que se pretender por nele.
É aconselhável um aquário com dimensões mínimas de 60 cm de largura, 35 cm de altura e 35 cm de profundidade. Ao contrário do que parece o mais óbvio, quanto maior for o aquário, melhor será a sua estabilidade biológica e mais simples se torna a sua manutenção.
Qual o espaço necessário para o peixe?
O volume do aquário deve ser de um litro de água por cada cm de peixe adulto. Se houver mais de um, os peixes têm que ser pacíficos e harmônicos entre si. Qual a forma do aquário?Os aquários podem ter formas variadas. A sua base pode ser circular, octogonal e triangular. A base retangular é mais recomendada para neófitos. Compare vários tamanhos e, uma vez escolhido e para maior segurança, encha-o com água e deixe-o 2 ou 3 dias, antes de começar a sua decoração.
Quais os tipos de materiais do aquário?
Aquários com armação em alumínio - tipo de aquário com as arestas limitadas por uma moldura estável em alumínio e os vidros posicionados e fixos com silicone. Esta construção é segura contra golpes e os seus vidros podem ser um pouco mais finos, sem qualquer prejuízo.
Aquários de vidro, sem moldura - não tem armação. A espessura dos vidros, o acabamento do trabalho e a qualidade do material de fixação são importantes para sua segurança.
Aquários de vidro, de uma só peça - são mais delicados. A sua capacidade não deverá exceder os 20 litros. Localização, instalações e cuidadosLocalização - escolha o local para o seu aquário, antes de enchê-lo, para que não fique muito pesado. A superfície do local deve ser plana para se evitar desníveis ou acidentes. Evite a proximidade de janelas porque a luminosidade inadequada atrapalha os peixes e a beleza do aquário.
Instalações - se o aquário tiver algum acessório elétrico, localize-o próximo de um ponto de força.Cuidados - limpe o aquário com esponja e evite o uso de detergentes; em seguida, enxugue-o cuidadosamente, antes de reutilizá-lo. Deve-se manter a temperatura do aquário entre 24 e 26ºC e o pH, entre 6,5 e 7,5.
Pronto, você já adquiriu e instalou seu aquário e agora só faltam os peixes. A maioria dos peixes de aquário é de cardume e, por esta razão, é incorreto comprá-los individualmente ou aos pares. Recomenda-se a compra de 6 ou 8 exemplares de cada espécie e, para começar, 2 ou 3 espécies.
Esta combinação é vantajosa não só do ponto de vista estético, mas, também, do ponto de vista ecológico das espécies, o que torna a manutenção mais simples. Peixes mais apropriados para iniciantes
Lebistes - são peixes muito resistentes, bem adaptados, tranqüilos e multicores. Nadam no terço superior do aquário.
Tetras - são peixes fáceis de manter e atraentes. Fazem as suas brincadeiras na zona média do aquário, sendo muito interessante o seu acasalamento e comportamento defensivo.
Coridoras - são peixes muito tranqüilos e pacíficos. Costumam revolver a areia no fundo do aquário.
Barbos - são peixes multicores, robustos e de fácil adaptação. O seu comportamento pode ser temperamental.
Cíclidos anões - são peixes dóceis que aceitam facilmente a convivência com outras espécies.
Anabántidos - são peixes belos e multicoloridos que podem respirar o oxigênio dissolvido na água e no ar. Preferem aquários com vegetação exuberante.
Betas combatentes - seu nome advém do comportamento de defesa territorial, que não permite a coabitação de dois machos no mesmo aquário. Pode-se criar um macho com várias fêmeas, mas outros peixes não têm lugar no mesmo aquário.
Combinações recomendáveis
Lebistes, Tetras, Coridoras e Anabántidos. Ou Barbos, Coridoras e Cíclidos anões.

Lebiste Selvagem - Poecilia reticulata

Nome: Poecilia reticulata
Origem: Norte da América do Sul

O Lebiste na forma selvagem (muitas vezes os machos) não têm um padrão de cor definido, sendo que você pode encontrá-lo nas cores verde, azul, alaranjado e vermelho com iridescência de fruta-cor, tudo misturado num único peixe. Ainda apresentam uma pinta negra de cada lado do corpo, incrementando ainda mais sua coloração.
Não se encontra dois exemplares machos idênticos. As fêmeas são de um tom verde-oliva e bem maiores do que os machos. Estes por sua vez tornam-se uma presa fácil na natureza, por serem mais abertos a passeios do que as fêmeas, que vivem todas juntas e bem escondidas. Eles foram espalhados pelo Brasil afora como combatente contra as larvas do mosquito transmissor da dengue.
Ele foi escolhido pela sua grande predileção por larvas e pela sua grande resistência a águas impuras e com baixos teores de oxigênio. Na natureza, os Lebistes são um pouco territoriais e quando um entra no território do outro causa engraçadas e rápidas correrias pelo ambiente, sem maiores conseqüências. No aquário você pode alimentá-lo com alimentos secos em flocos e alimentos naturais como coração de boi e tubifex. Hoje no mercado já encontramos variedades híbridas, resultado do cruzamento de um espécime selvagem e outro doméstico.
Os machos são muito namoradores e estão constantemente correndo atrás das fêmeas para tentarem uma cópula. A gestação das fêmeas dura cerca de 30 dias e deve-se separar os adultos das crias, a fim de não haver canibalismo.
As fêmeas selvagens, quando colocadas com machos domésticos, passam a rejeitar os seus parceiros selvagens. Isso ocorre pelo fato de que os machos domésticos terem um forte contraste de cor. Podem ser criados em qualquer lugar e sempre alegram o ambiente.
Observações:
O lebiste selvagem, ou simplesmente guaru como é popularmente conhecido, é um peixe extremamente rústico apesar da sua aparência frágil. Sobrevive e se reproduz facilmente em bacias com águas calmas. Foram os primeiros peixinhos com que eu iniciei no aquarismo, se reproduziam muito facilmente no meu aquário. Os machos são menores que as fêmeas porém muito mais coloridos, possuem um apetite sexual impressionante, ficam o tempo todo acasalando com as fêmeas. As fêmeas são de cor acinzentada, às vezes com uma ou outra bolinha no corpo, porém são muito maiores que os machos. Não são nada exigentes quanto à alimentação, comem de tudo, porém sempre os alimentei com ração industrializada em flocos. Foram introduzidos em muitos açudes para combater pragas e comer as larvas de mosquitos transmissores de doenças dengue e malária. Na minha opinião, mesmo sendo peixes selvagens e de pouco valor comercial, são lindos animais que dão uma aparência especial em qualquer aquário plantado.

Os lebistes selvagens são lindos e resistentes e não são difíceis de ser encontrado na natureza! O comportamento é o mesmo dos que conhecemos e isso acoontece por que os que temos em nossos aquários são decendentes dessa espécie. Mesmo sendo mais resistentes que as suas versões de cativeiro, necessitam de cuidados especiais como qualquer outro peixe. O ideal é ter cerca de 2 ou 3 fêmeas para cada macho e ter plantas para os alevinos que nascem em boa quantidade (15 a 25). Comem bem flocos entre outros alimentos e preferem temperaturas de 24 a 28°C.

Ficha Prática do Guppy

Ficha Prática do Guppy

Nome: Poecilia reticulata
Origem: América Tropical
Nome Popular: Guppy, Barrigudinho, Lebiste, Bandeirinha, Sarapintado, Peixe-Arco-Íris, Guaru-Guaru, Bobó, Rainbowfish, Missionaryfish, Millionenfisch, Buntfleckkaerpfling etc.
Nome Científico: Poecilia reticulata (Wilhelm C. H. Peters - 1859).
Origem: Norte da América do Sul e América Central.
Dimorfismo Sexual:
Macho: Tem cores no corpo e nadadeiras. Sua nadadeira caudal costuma ser do mesmo tamanho do corpo. Pode chegar a medir 3 centímetros.
Fêmea: Tem cores somente no pendúculo caudal e nadadeiras. Pode chegar a medir 5,6 cm
Temperatura: De 25°C a 30°C. De preferência 27°C.
Água: pH 7.0 a 7.2. dH 6 a 10.
Alimentação: Onívora - Tubifex, larvas de mosquito, drosófilas, artêmia salina, dáfnias, infusórios, microvermes, enquitréias, minhocas de jardim, patê etc.
O Lebiste ou Guppy criado em cativeiro é provavelmente o peixe de aquário mais popular do mundo. Derivado da espécie selvagem Poecilia reticulata (originalmente da América do Sul/Central) ele é pequeno, lindo, pacífico, vivaz e geralmente resistente. Melhor ainda, há uma miríade de variantes coloridas que podem ser colecionadas e facilmente reproduzidas, por isso é uma das melhores escolhas para iniciantes no hobby, especialmente crianças. Tenho certeza que quase todo mundo já se deu conta disso, mas em todo caso: os machos de guppy são aqueles com corpos mais esguios e caudas grandes, enquanto as fêmeas são mais encorpadas (especialmente quando grávidas, o que é quase sempre) e de maneira geral são menos coloridas. Se você olhar com cuidado a nadadeira anal (aquela logo à frente de onde saem as fezes) vai ver também a diferença entre a nadadeira normal em forma de leque da fêmea, e a nadadeira modificada em forma de tubo do macho (gonopódio).
Guppies são razoavelmente tolerantes às condições da água e muitos iniciantes conseguem mantê-los vivos por um ano ou dois sem fazer nenhum tipo de monitoramento, mas se você tentar manter um pH estável de neutro a levemente alcalino (7.0-7.5), temperatura estável em torno de 26-28°C, e uma boa rotina de manutenção, vai ter guppies mais coloridos, mais saudáveis e de vida mais longa (3-5 anos).
Alimentar guppies é banal, eles estão sempre com fome e aceitam todos os tipos de comida, mas existem rações comerciais especializadas para favorecer o crescimento da cauda e a coloração. Reproduzir guppies é essencialmente automático, basta adicionar água. Muitas vezes você nem precisa de um macho, já que as fêmeas conseguem estocar esperma e já vêem grávidas da loja. Como todo mundo sabe, eles são vivíparos portanto os filhotes se desenvolvem dentro da mãe e ela os expele já plenamente formados, como versões miniaturas dos pais.
Guppies NÃO são bons pais, eles comem na hora seus próprios filhotes se puderem, por isso são necessários criadouros especiais se você quiser criar os filhotes. Em um aquário bem plantado, muitos bebês conseguem sobreviver por sí só, escondendo-se por entre a vegetação, e assim que atingem um tamanho razoável já estão a salvo dos adultos. Como já mencionado, existem muitas variedades (linhagens) de guppies, e criadores de guppy em muitos países são bastante dedicados e organizados, formando clubes, realizando eventos, competições e leilões.
Ao passo que guppies "vira-latas" são tão baratos que são frequentemente usados como alimento vivo, as linhagens bem desenvolvidas chegam a atingir preços bem impressionantes.
Observações:
Costumes Reprodutivos: O Lebiste é uma espécie vivípara não-placentária (antigamente chamados de ovovivíparos) em que houve uma mudança na nadadeira anal do macho, para um órgão copulador chamado "Gonopódio". É com este órgão que o macho copula com a fêmea. Com uma alta taxa reprodutiva, é aconselhável um aquário bem cheio de plantas, pois é costume dos lebistes comerem seus recém-nascidos no aquário.

As fêmeas são muito calmas e passam o dia fugindo do macho e "pastando" algas que crescem nas plantas. Mas quando elas querem, aprontam das suas. Quando estão em determinada posição comendo algas, expulsam de perto até um robusto Barbus Ouro a mordidas! É muito engraçado!

Acredito que seja importante comentar que o lebiste existe também em São Paulo e que é diferente do visto em aviários. Acredite eu tenho os espécimes selvagens, são menores, não possuem caudas grandes e nem tão coloridas porém acho que são melhores que os encontrados em aquários.

Manifesto do Aquarista Responsável

1) Para cada espécie aquática, existe um conjunto de condições acessíveis (tamanho mínimo de aquário, companheiros, parâmetros da água, nutrição, etc.) nas quais ela pode ser mantida apropriadamente em cativeiro sem perda geral na sua qualidade de vida.
2) Para cada espécie aquática, existe um conjunto de procedimentos acessíveis para desenvolver programas de reprodução comercial, ou de coleta controlada, de forma a garantir um desenvolvimento sustentável para o ramo de aquarismo sem causar ameaça a longo prazo para as populações selvagens.
3) O aquarismo responsável é baseado na busca, aprendizado, desenvolvimento e promoção da consciência a respeito destas condições e procedimentos, tal que a nossa prática amadora ou profissional do hobby não ocorra às custas do bem estar dos nossos animais de estimação, nem em detrimento do ecosistema.

Comportamento do Guppy

A variedade de padrões e cores é enorme entre as várias populações, inclusive, em linhagens albinas. Os que partilham o seu habitat com espécies de peixes predadores têm normalmente cores menos vívidas, enquanto que os que não têm de lidar com esse problema têm cores mais exuberantes. Na reprodução, os genes de peixes mais ou menos coloridos são favorecidos de acordo com este tipo de fatores.

Pode acontecer que entre os machos da espécie haja comportamentos agressivos (por exemplo morder as barbatanas), como tambem acontece entre outras espécies como os platys e os cauda de espada, ou ocasionalmente com outras espécies de barbatanas vistosas como os escaladores.

Os guppys criam de uma forma fácil, basta fazer com que o macho se interesse pela fêmea para a fecundar e logo em seguida colocar a mesma numa maternidade de forma que quando os alevinos nascerem tenham logo local para poderem nadar seguros (o melhor mesmo é ter o aquário com muitas plantas para os bébés se esconderem, assim evita-se o stress da femea). Os alevinos podem ficar até 2 dias sem alimento, pois nascem com um saco vintelino.

Alimentação do Guppy


Os Guppys podem ser alimentados várias vezes ao dia desde que seja em pequenas porções, o cardápio pode ser variado e incluindo alimentos vivos como por exemplo artêmias salinas ou enquitréias. Se acha também no mercado alimentos congelados tipo artêmias congeladas ou bloodworms congelados. Os alimentos industrializados também são bastante apreciados, mas sempre em pequenas porções, nunca deixe sobrar comida no fundo do aquário.


Artêmia é um dos alimentos mais completos para seus Peixes Ornamentais.
São pequenos crustáceos que vivem em salinas ou lagos.
È um alimento rico em proteínas, e vitaminas (caroteno), sais minerais, e ajudam ao crescimento dos alevinos.



Valores Nutritivos da Artêmia Adulta :
42,5 % de proteínas


23,2% de gordura

Sobre o Guppy



O Barrigudinho, também chamado de Guppy ou lebiste (Poecilia reticulata) é um belo peixe ornamental de comportamento pacífico, originário da América Central e América do Sul, com vida de aproximadamente 2 anos, usado em exposições aquarísticas. O guppy é um animal ovovivíparo da família dos poecilídeos. O comprimento do macho adulto é de aproximadamente 5 centímetros e o da fêmea, 7 cm.


Pode ser facilmente encontrado em rios do Sudeste do Brasil, mesmo poluídos, sendo muitas vezes confundido por leigos com girinos. Em sua forma original, possui um tom cinzento, porém a partir de cruzamentos em cativeiro costuma adquirir cores fortes, dos mais variados tipos. A partir daí, existem diversas "raças", ou "matrizes", que podem ser comercializadas por um preço considerável.


O barrigudinho em sua forma original não costuma ser utilizado para aquariofilia, sendo o guppy propriamente dito suas variantes coloridas.

Como Criar Peixes Ornamentais, Guppy, Espada, Molinesia

O ideal para que se tenha sucesso numa criação de peixes é diversificar a alimentação, por isso escolha pelo menos 3 tipos diferentes de flocos e passe a alimentar seus peixes, você verá a diferença em pouco tempo. Mas não esqueça de também oferecer a eles alimentos vivos ou congelados.